A NOSSA CANA É O NOSSO MUNDO

A inovação do CTC não ficou restrita ao desenvolvimento tecnológico. Para atingir sua meta de dobrar a taxa de inovação e competitividade da indústria sucroalcooleira brasileira, ele adotou uma estratégia baseada em três pilares principais:

1 – Concentrar o foco nas atividades em que é especialista, como o desenvolvimento de novos germoplasmas que atendam à tendência de necessidades do setor e a 2ª geração de tecnologias;

2 – Assegurar a sustentabilidade econômica, através da comercialização de germoplasmas, mediante pagamento de royalties, ou seja, remunerando o investimento em novas pesquisas; e do investimento maciço em P&D;

3 – Estabelecer parcerias com empresas de tecnologias de ponta e especialistas nas áreas de biotecnologia e tecnologias desruptivas, como o etanol celulósico.

 

A transformação do CTC em uma Sociedade Anônima, em 2011, foi a saída para atrair mais recursos tecnológicos e financeiros às pesquisas do setor, para manter sua competitividade e continuar a assegurar ao Brasil a posição de liderança na indústria sucroalcooleira mundial.

Isso porque a complexidade do material genético, que torna o desenvolvimento da cana-de-açúcar mais moroso e caro do que o de outras plantas, e a falta de investimentos com relação às culturas anuais de larga escala, como soja e milho, demandam uma atuação que combina excelência empresarial ao “estado da arte” na pesquisa.

Sua reinvenção como uma empresa independente e profissional, que cobra royalties pelo uso de suas variedades e desenvolve parcerias com empresas públicas privadas de tecnologia de ponta tem um só objetivo: retornar esses recursos em benefício ao produtor, na forma de novos produtos e serviços que o tornarão mais competitivo.